Regularização de imóvel na Prefeitura, do levantamento ao protocolo.
Regularizar é fazer o papel coincidir com o que existe construído. Enquanto essa diferença permanece, ela aparece nos momentos em que o imóvel precisa circular: venda, financiamento, averbação em cartório, inventário e abertura de empresa no endereço.
Ampliação feita sem projeto aprovado, construção anterior ao alvará, obra executada diferente do aprovado e falta de habite-se são situações comuns em Curitiba e na Região Metropolitana. Cada uma segue um rito próprio na Prefeitura, e é o rito certo que encurta o caminho.
A ARTEMI faz o levantamento do que existe hoje, verifica a viabilidade, define o caminho, elabora os projetos e documentos com ART e conduz o processo até a decisão do órgão. Responsável técnico: Erick Gomes, engenheiro civil, CREA-PR 194478/D.
Antes de investir, viabilidade
O primeiro passo é saber se o que está construído cabe na legislação do lote. Envie o endereço e a matrícula: a análise técnica sai em até 24 horas úteis e evita gasto em caminho que não fecha.
Área de atendimento: Base em Araucária, com atendimento em Curitiba, Região Metropolitana, interior do Paraná, Santa Catarina e São Paulo.

O que significa regularizar um imóvel
Regularização é o processo administrativo que faz a Prefeitura reconhecer a edificação como ela é. Isso envolve levantar o que existe, comparar com o que consta no cadastro municipal e na matrícula, e apresentar um projeto que represente a realidade — com os cálculos de área, taxa de ocupação, coeficiente de aproveitamento e recuos.
O ponto de partida é quase sempre documental. Matrícula, cadastro do imóvel, projeto antigo se existir, alvarás anteriores e o histórico de ampliações. Muita informação útil está em papel guardado pelo proprietário, e é comum que o próprio dono não saiba o que tem em mãos.
O objetivo final varia. Em alguns casos o cliente quer o habite-se; em outros, a certidão que permite averbar a construção em cartório e liberar o financiamento. O caminho técnico muda conforme o objetivo, e vale definir isso antes de começar.
Quando a regularização entra na pauta
Na maioria dos casos o assunto aparece porque alguém de fora pediu: o banco, o comprador, o cartório, o contador, o sócio. A situação já existia; o que mudou foi a necessidade de comprovar.
- Venda do imóvel com exigência de documentação em ordem
- Financiamento bancário que pede a área averbada compatível com a construção
- Averbação da construção em cartório
- Inventário e partilha entre herdeiros
- Abertura ou mudança de empresa para o endereço
- Construção concluída sem habite-se
- Ampliação ou alteração executada depois do projeto aprovado
Como conduzimos o processo
Primeiro, o levantamento em campo. Medimos o que existe, conferimos contra o lote e montamos o desenho do existente. É desse desenho que sai a área real, e é a área real que define a viabilidade.
Em seguida vem a análise de viabilidade conforme a legislação municipal aplicável ao lote: zoneamento, uso permitido, taxa de ocupação, coeficiente, recuos e permeabilidade. Se algum parâmetro não fecha, dizemos isso antes de qualquer investimento em projeto, e avaliamos alternativas.
Fechada a viabilidade, elaboramos o projeto de regularização, registramos a ART e protocolamos. A partir daí o trabalho é acompanhar: responder exigência, ajustar prancha, levar documento complementar e manter o processo andando até a decisão.
Prazos: o que depende de nós e o que depende do órgão
A parte técnica é a mais previsível. Levantamento, projeto e ART têm prazo definido no orçamento, e a análise inicial sai em até 24 horas úteis a partir do envio dos documentos.
A análise municipal segue o rito do próprio órgão e pode gerar exigências. Cada rodada de exigência acrescenta tempo, e é por isso que vale entrar com o processo completo desde o começo, mesmo que isso atrase o protocolo em alguns dias.
O prazo de resposta a exigência costuma estar indicado no próprio comunicado do órgão: o prazo aplicável no município do imóvel. Acompanhamos essas datas para você.
Casa, sobrado, comércio e imóvel na RMC
Em casa e sobrado, o tema mais frequente é a ampliação nos fundos e a área de churrasqueira ou garagem coberta, que mexem em taxa de ocupação e permeabilidade. Muitas vezes a solução é possível com ajuste pontual.
Em imóvel comercial, entra a compatibilidade do uso com o zoneamento e, conforme a atividade, outras aprovações além da Prefeitura — Corpo de Bombeiros, vigilância sanitária e órgão ambiental, dependendo do caso.
Nos municípios da Região Metropolitana, cada Prefeitura tem sua legislação e seu fluxo. Isso muda documentos e sequência de protocolo, não a lógica do trabalho. Atendemos Curitiba, a RMC e o interior do Paraná.
Três passos até a regularização
- 01
Envie os dados do imóvel
Endereço, matrícula, projetos antigos se existirem e o que foi construído ou alterado.
- 02
Análise técnica em até 24h
Avaliamos a viabilidade e apresentamos o caminho de regularização com etapas e prazos.
- 03
Processo conduzido até a conclusão
Projetos, ART, protocolo, atendimento a exigências e acompanhamento até a decisão do órgão.
Responsabilidade técnica registrada
Responsabilidade técnica de Erick Gomes, engenheiro civil com pós-graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho e Incêndio, CREA-PR 194478/D, com as duas atribuições. Toda entrega é acompanhada de ART (Anotação de Responsabilidade Técnica), registrada no CREA do estado onde o serviço é executado.
O que está incluído
- 01Levantamento arquitetônico do existente
- 02Análise de viabilidade conforme legislação municipal
- 03Projeto de regularização
- 04ART registrada no CREA
- 05Protocolo e acompanhamento na Prefeitura
- 06Atendimento a exigências até a conclusão do processo
O que você precisa enviar para começar
- Endereço completo e matrícula atualizada do imóvel
- Cadastro ou carnê de IPTU do lote
- Projetos antigos, alvarás e habite-se anteriores, se existirem
- Descrição do que foi construído ou alterado e quando
- Fotos externas e internas do imóvel
- Notificação recebida, quando houver processo em curso
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